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Sobre nós · A colmeia

Não vendemos mel. Guardamos o que a colmeia sabe fazer.

A Melisa nasce de uma ideia incómoda para o mercado: que quase tudo o que se vende como «produto da colmeia» perdeu pelo caminho aquilo que o tornava valioso. Nós construímos a marca ao contrário: começando pela abelha, e não pelo linear.
O problema

Quase ninguém consegue demonstrar de onde vem o seu mel

No controlo na fronteira da Comissão Europeia, 46 % das amostras de mel importado revelaram-se suspeitas de incumprir a diretiva europeia do mel. No rótulo, «origem UE» pode significar quase qualquer coisa. A Melisa nasce para que essa pergunta tenha resposta: lote a lote, com a sua analítica por trás.
Dados: Comissão Europeia, ação coordenada «From the Hives». 320 amostras recolhidas na fronteira entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022; resultados publicados em março de 2023.
A nossa história

Começámos por uma pergunta que ninguém queria responder

Porque é que dois méis com o mesmo rótulo («mel de flores», «origem UE») podem não se parecer em nada?
A resposta estava em tudo o que o rótulo não diz: de que floração vem, em que mês foi colhido, a que temperatura foi manipulado, quanto tempo passou num depósito, quantas mãos lhe tocaram antes de chegar ao frasco. Um produto vivo, tratado como uma matéria-prima anónima.
A Melisa construiu-se para responder a essa pergunta em cada frasco. Não com um slogan: com um código de lote, uma região, uma floração e uma data.
Não somos uma marca de mel que acrescentou suplementos. Somos uma marca da colmeia, completa, que começou pelo mel porque era o mais urgente de corrigir.
«A colmeia não produz um ingrediente. Produz um território, uma estação e um trabalho. A nossa tarefa é não apagar nenhuma das três coisas.»
Quem somos

A Melisa é a casa apícola da Vitall

A Melisa faz parte da Vitall Bienestar, a par da Almaté, a nossa marca irmã de chá e infusões. Partilhamos acionistas, laboratório, padrões e, o que mais importa, uma mesma maneira de entender o bem-estar. A missão da Vitall é explícita: unir a ciência moderna e o saber de sempre para redefinir e servir o bem-estar. Os seus três pilares traduzem-se na Melisa assim:
01

Redefinimos o bem-estar

A Vitall cuida do equilíbrio entre corpo, mente e meio. Numa colmeia esse equilíbrio não é uma metáfora: é literal. Uma colónia saudável precisa de um território saudável.
03

Criamos valor

A Vitall revaloriza o produto local e o ingrediente tradicional. Na Melisa isso significa algo concreto: o apicultor é pago pela qualidade. É assim que a boa apicultura sobrevive.
02

Lideramos a mudança

O setor apícola europeu arrasta opacidade, adulteração e importações sem rasto. A Melisa existe para demonstrar que outro padrão é viável.
Para onde vamos

Tornarmo-nos a referência europeia da colmeia completa

Não aspiramos a ser a maior marca de mel. Aspiramos a ser a marca em que se confia quando o produto vem de uma colmeia, seja qual for o produto e seja qual for o formato.
01

Profundidade antes de amplitude

Primeiro, dominar a matéria-prima: mel, própolis, geleia real, pólen, pão de abelha e cera. Rastreados, analisados e contados. Sem isto, tudo o resto é marketing.
02

Do cru à fórmula, sem perder o cru

Sobre essa base construímos os derivados, os api-suplementos e a api-cosmética. A industrialização parece-nos desejável: permite doses constantes, segurança e escala. O inaceitável é que desnature.
03

A Europa como base, o Mediterrâneo alargado como horizonte

Nascemos em Espanha, falamos à Europa e operamos já para o mundo árabe, onde o mel e o própolis não são uma moda de bem-estar mas uma tradição ininterrupta. Apto halal desde a origem, sem álcool em nenhuma fase.
O que fazemos

Quatro níveis, uma só matéria

Do apiário à fórmula, uma só cadeia de custódia. O padrão é nosso em cada fase: ditamos condições, insumos e controlos, e auditamo-lo, seja onde for elaborado.

Crus

Mel monofloral e multifloral, pólen, pão de abelha, própolis em bruto, cera. A colmeia tal e qual, com a mínima intervenção possível.

Derivados

Extratos, tinturas, méis compostos e preparados. Aqui começa a transformação, e aqui começa a exigência de não perder nada pelo caminho.

Api-suplementos

BREVEMENTE
Geleia real, própolis e pólen em formatos de dose constante e estável. A tradição apícola com a precisão de um suplemento moderno.

Api-cosmética

BREVEMENTE
Cera, mel e própolis aplicados à pele. A cosmética apícola é uma das mais antigas que existem; o nosso contributo é fazê-la com padrão contemporâneo.
O que significa ser Melisa

Uma identidade construída para durar

01

Espanhola na sua matéria

As nossas colmeias estão aqui. La Alpujarra, los Arribes, el Jerte, las Hurdes, os Pirenéus, a Galiza. Um mapa apícola que muito poucos países conseguem igualar e que quase ninguém contou bem.
02

Europeia na sua exigência

Trabalhamos com o padrão analítico e regulatório mais alto do mundo, e tratamo-lo como piso mínimo, não como teto.
03

Mediterrânica e árabe na sua vocação

O mel e o própolis são há séculos alimento e remédio nas duas margens. Não entramos no mundo árabe como um mercado de exportação: entramos como quem regressa a uma conversa antiga.
O nosso cliente

Para quem já não compra às cegas

Dirigimo-nos a pessoas que leem o rótulo antes do preço. Que perceberam que «natural» deixou de significar algo há anos e procuram provas em vez disso. Que preferem um frasco que possam rastrear a três que não.
Falamos também a profissionais (fabricos, farmácias, ervanárias, hotelaria de produto) que precisam de um fornecedor capaz de documentar o que vende.
O manifesto Melisa

Acreditamos num luxo que se pode auditar

Para nós, o premium não é um frasco bonito com uma história bonita. É a capacidade de responder a qualquer pergunta incómoda sobre o produto (de onde vem, como foi tratado, o que contém, quem recebeu por ele) sem mudar de assunto.
O resto é embalagem.
A nossa base

Seis pilares que decidem por nós

Não são valores decorativos. São os critérios com que recusamos lotes, fornecedores e oportunidades comerciais.
Icono de trazabilidad

Rastreabilidade

Cada lote sabe de onde vem. Região, floração, apicultor, data de colheita e analítica. Se não o pudermos contar, não o vendemos.
Com nome e apelido
Icono de integridad del producto

Integridade do produto

O mel não é pasteurizado nem ultrafiltrado. O pólen não é seco com calor agressivo. Cada decisão de processo é tomada contra um só critério: o que sobrevive.
Sem atalhos
Icono de evidencia analítica

Evidência

Analisamos o que outros declaram. HMF, humidade, condutividade, perfil polínico. A analítica não é uma formalidade de exportação: é como sabemos se o trabalho foi bem feito.
Com dados
Icono de territorio

Território

Cada comarca tem a sua floração e o seu momento do ano. Não homogeneizamos para que tudo saiba sempre igual. A variação é o produto, não um defeito.
Com raiz
Icono de la colonia primero

A colónia primeiro

Compramos a apicultores que não espremem a colmeia. Uma colónia esgotada dá um produto pobre: a ética e a qualidade apontam aqui na mesma direção.
Com respeito
Icono de belleza útil

Beleza útil

O design, o vidro, o texto do rótulo. Nada disto é adorno: é a forma de tratar o cliente como alguém que sabe ler.
Com critério
O padrão

O que medimos, e contra o quê

Publicamos o padrão, não a papelada. Um boletim de análise é um documento interno e não demonstra grande coisa por si só. O que se pode julgar é o que se mede em cada lote e que limite tem de cumprir. Estes são os parâmetros que definem legalmente um mel em Espanha e na União Europeia, e contra os quais cada lote é contrastado.
HUMIDADE

Não mais de 20 %

A água é o que decide se um mel fermenta. A norma admite até 23 % em urze (Calluna), que é naturalmente mais húmida.
HMF

Não mais de 40 mg/kg

O hidroximetilfurfural sobe com o calor e com o tempo. É o indicador de se um mel foi forçado no fabrico ou está armazenado há demasiado tempo.
ÍNDICE DIASTÁSICO

Não menos de 8 na escala Schade

As enzimas próprias do mel destroem-se ao aquecê-lo. Se não aparecem, o mel passou por onde não devia. Em méis naturalmente pobres em enzimas, como os de citrinos, o mínimo desce para 3.
CONDUTIVIDADE ELÉTRICA

Não mais de 0,8 mS/cm

É o que permite confirmar o tipo de mel declarado. Em melada e em castanheiro o critério inverte-se: não menos de 0,8.
AÇÚCARES

Frutose e glicose, mínimo 60 g/100 g

Em mel de flores. A sacarose não pode passar de 5 g/100 g: um excesso aponta para alimentação artificial ou xarope adicionado.
ACIDEZ LIVRE

Não mais de 50 miliequivalentes por quilo

Uma acidez acima do limite indica fermentação. Juntamente com a humidade, é o par que denuncia um mel mal colhido ou mal conservado.
Limites do Real Decreto 1049/2003, norma de qualidade relativa ao mel, que transpõe a Diretiva 2001/110/CE. São mínimos legais, não um objetivo: um lote pode cumpri-los todos e ainda assim não entrar.
Critérios de recusa

O que não compramos

Um padrão só significa algo se algo ficar de fora. Estas são as razões pelas quais um lote não entra, mesmo que o preço seja bom e a campanha venha curta.

Mel sem origem verificável

Se não pudermos rastrear o apiário e a floração, não o compramos. Sem origem não há lote, e sem lote não há nada para comprovar.

Misturas de vários países

São legais e estão no mercado. Não são o nosso produto: destroem a única coisa que vendemos, que é saber de onde vem cada frasco.

Fora de parâmetro

Um lote que não cumpre humidade, HMF, diastase ou condutividade não entra, mesmo que a diferença seja pequena. O limite não se renegoceia a meio da campanha.

Indícios de adulteração

Sacarose alta ou um perfil de açúcares anómalo encerram a conversa. Não se pede uma explicação, devolve-se o lote.

Mel forçado por calor

Pasteurizar ou aquecer para poder filtrar deixa rasto no HMF e nas enzimas. Compramos mel que não passou por aí.

Resíduos

Restos de tratamentos veterinários ou de fitofarmacêuticos acima do permitido descartam o lote inteiro, não a parte afetada.
Não publicamos uma percentagem de recusa. Seria fácil de escrever e difícil de comprovar, e este é justamente o tipo de dado que preferimos poder demonstrar antes de anunciar.
Porquê a Melisa

Dez razões que se podem verificar

Não pedimos que acreditem em nós. Pedimos que nos comprovem.
01

A colmeia completa, não só o mel

Mel, própolis, geleia real, pólen, pão de abelha e cera: em cru, em derivado, em suplemento e em cosmética. Muito poucas marcas europeias cobrem a matriz inteira; a maioria são marcas de mel com algum acrescento.
02

Rastreabilidade por lote, não por marca

O código do frasco devolve região, floração, apicultor e data. A rastreabilidade genérica («origem Espanha») não é rastreabilidade: é geografia.
03

Analítica própria como norma

HMF, humidade e perfil polínico em cada lote. O HMF, em particular, denuncia calor e tempo: é o indicador que revela se um mel foi maltratado, e por isso quase ninguém o publica.
04

Industrialização que não desnatura

Processamos a frio e com controlo de processo sério. Escala industrial e produto vivo não são incompatíveis: o incompatível é a escala com o desleixo.
05

Apto halal desde a origem

Sem álcool desde a matéria-prima, não adaptado a posteriori para exportar. Abre-nos o mundo árabe com credibilidade real e obriga-nos a um padrão de processo mais exigente para todos. A certificação halal está em tramitação.
06

Suporte científico da Vitall

Formulação, controlo e I&D partilhados com um grupo que trabalha simultaneamente com evidência científica e com conhecimento etnomédico. Não improvisamos fórmulas: herdamo-las e validamo-las.
07

Preço justo ao apicultor, pago pela qualidade

Pagamos sobre analítica, não sobre quilo. É mais caro e mais lento, e é a única política compatível com exigir excelência ano após ano.
08

Diversidade territorial real

Comarcas espanholas com calendário de floração próprio. Não compramos um mel base e o rotulamos de várias maneiras.
09

Club Colmena

Uma subscrição (caixa mensal, carta do apicultor, acesso antecipado a colheitas limitadas) que financia o produtor antecipadamente e estabiliza a procura. Beneficia as duas pontas da cadeia.
10

Transparência editorial

O Diário publica o que normalmente se esconde: o que é o HMF, porque cristaliza o mel, como ler um rótulo. Educar o cliente torna-o mais exigente, também connosco. Consideramo-lo uma vantagem.
O manifesto Melisa

Acreditamos num luxo que se pode auditar

Para nós, o premium não é um frasco bonito com uma história bonita. É a capacidade de responder a qualquer pergunta incómoda sobre o produto (de onde vem, como foi tratado, o que contém, quem recebeu por ele) sem mudar de assunto.
O resto é embalagem.
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